Holmes Rolston desafia a ortodoxia da sociobiologia que naturaliza a ciência, a ética e religião. Ele argumenta que os processos genéticos não são cegos e egoístas, e que a natureza não é imoral. Argumenta que os fenômenos da religião não podem ser reduzidos aos fenômenos da biologia. Genes, Genesis and God investiga a alegação de que a ciência, a ética e a religião podem ser naturalizadas em uma análise da biodiversidade através da história evolutiva. Rolston procura articular como os valores são formados e transmitidos em ambas histórias, natural e cultural.
Analisando o universo dinâmico e o contínuo desenvolvimento da humanidade, Rolston argumenta que há duas explicações básicas para o progresso evolutivo: alguém pode inclinar-se para uma explicação científica ou uma explicação religiosa para a criação do universo e da humanidade, ou, Rolston acredita, pode-se encontrar uma terceira possibilidade que articula sobre a media entre as duas visões. Genes, Genesis and God analisa os domínios da ciência, ética e religião na história da evolução natural e história cultural. Rolston defende que todas as três áreas da ciência, ética e religião são essenciais para a compreensão da auto-identidade humana porque os humanos vivem em um mundo denominado por ambos, natureza e cultura.
